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O setor de Patrimônio registrou queda de 91,55% no consumo de 33 materiais de expediente pelas unidades do Tribunal de Justiça. A distribuição de canetas, por exemplo, caiu 93,12% entre 18/03 e 30/04. Na comparação com o mesmo período de 2019, redução de 2.661 para 160.  Continuaram no estoque 2.501 unidades.

“O consumo caiu 100% na maioria dos itens, desde o início do regime de teletrabalho justamente porque os servidores estão trabalhando em casa. Perfurador, clipe, fita adesiva, tesoura e toner para impressora são alguns dos exemplos de redução”, explica o analista Expedito Quintela da Silva, chefe do Almoxarifado.

A reposição de grampeadores, por exemplo, caiu 96,51% nos primeiros 41 dias de trabalho remoto em todo o  TJAL, em comparação com o mesmo período de 2019.  O consumo caiu, portanto, de 98 para 4 unidades. Os grampos para junção de papéis caíram de 79 para apenas 5 caixas. Variação percentual negativa de 93,67%.

Futuro redimensionamento de compras

“Fica evidente que o teletrabalho gera economia também de itens simples, porém ainda essenciais ao dia a dia dos servidores, como canetas, grampeadores e grampos, mesmo com a consolidação dos sistemas de automação processual”,  observa o desembargador Tutmés Airan, presidente do TJAL.

Ele avalia que os dados sobre redução de consumo vão contribuir para que, num futuro próximo, os setores administrativos do TJ revejam para menos as estimativas de compra de materiais de expediente, principalmente num cenário de continuidade do regime de teletrabalho para uma parcela dos servidores do TJ.

No geral, o Departamento Central de Material e Patrimônio (DCMP), dirigido pelo servidor Jorge Totrres-homem Lira, registrou redução de 91,55% no consumo dos materiais de consumo, que estão à disposição de magistrados e servidores de áreas judiciais e administrativas do Judiciário de Alagoas.