A Companhia de Abastecimento de Água de Alagoas (CASAL) voltou a ser duramente criticada por usuários da região de Palmeira dos Índios.

Autoridades locais e populares se revezam nas redes sociais dirigindo suas críticas e reclamações a instituição que, segundo os relatos colhidos por nossa reportagem, não tem cumprido o calendário de abastecimento por ela mesma estabelecido em rodízio de bairros.

Pelo facebook, Célia Leopoldino diz que “é preciso fazer algo para mudar esta situaçâo, por conta disso muitas vezes deixo de curtir minha terra”. Já Angela Cavalcante protesta, “mas a conta chega no dia certo, isso desde criança acontece”.

O vereador palmeirense França Júnior (PSDB), que també é vice-presidente da União do Vereadores de Alagoas, também pelo facebook pontuou, “e continua faltando água em nossa Palmeira. O que revolta é saber que água TEM. O problema é o maquinário da CASAL que vive em manutenção”.

Júnior, dessa vez pelo twitter, além de ter falado da necessidade de um PAC da Água, ainda fez uma sugestão ao Governador Teotônio Vilela Filho (PSDB): “Bom dia @governadorteo. Sei que há previsão de investir parte do dinheiro do empréstimo com recuperação de estradas aqui na região. Reconheço a importância e a necessidade desse investimento @governadorteo. Mas nossa região sofre, e muito, com a deficiência da CASAL. CASAL não consegue sequer cumprir o calendário por ela estabelecido em rodízio de abastecimento em Palmeira @governadorteo. Mas há água. Desse modo, fica nosso apelo @governadorteo. Que, em sendo obrigado a priorizar (estradas ou água), brinde-nos com melhorias na CASAL local. Agradeço a atenção e reforço minha confiança em seu governo @governadorteo.”
O empréstimo, de cerca de R$600 milhões, ao qual se refere o edil, foi solicitado pelo Governo do Estado ao BNDES e aguarda a autorização da Assembleia Legislativa para ser utilizado.

Outro vereador palmeirense, Júlio Cezar (PSDB), reconheceu a gravidade do problema e, como presidente da coordenadoria da União dos Vereadores de Alagoas na região de Palmeira, e que agrega cerca de dez cidades, deve convocar audiência pública para discutir o problema com todas as cidades e autoridades envolvidas, inclusive com a possibilidade da presença do presidente e da diretoria CASAL no Estado.

Nossa reportagem tentou contato com direção da CASAL em Palmeira dos Índios, mas os telefones ou estavam fora da área de serviço ou desligados.