O projeto Justiça Itinerante levou até Palmeira dos Índios o mutirão do Juri, que aconteceu na manhã desta sexta-feira (26) no Colégio Humberto Mendes. Foram a Julgamento 12 processos, e segundo informações, o índice de condenação foi superior a 70%. O evento foi promovido pelo Tribunal de Justiça de Alagoas - TJ/AL.
O julgamento que mais movimentou o mutirão do Juri foi o do Réu Everaldo Lino de Melo, conhecido como Binha, que foi acusado de assassinar a vítima com 13 facadas.
A promotoria, representada por Marluce Falcão, sustentou a tese de homicídio duplamente qualificado, que em caso de condenação, daria uma pena de 12 a 30 anos de reclusão.
Já a defesa, exercida pelo experiente advogado, Francisco de França, sustentou a tese de legítima defesa.
No calor dos debates, a acusação e a defesa usaram todo o tempo permitido, inclusive réplica e tréplica, para convencer o conselho de sentença, e, no final, a tese da defesa saiu vitoriosa.
Os trabalhos foram presididos pelo Juiz Alberto Almeida, que referendou a decisão soberana de absolvição do Tribunal do Juri.





