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Querer andar bem vestida, cuidar do corpo e dos cabelos, ser elogiada e considerada linda e elegante não tem problema nenhum. Mas até que ponto essa busca incessante pela beleza se torna uma obsessão? Vemos uma enorme pressão para que nos enquadremos a padrões de beleza, às vezes até impossíveis de alcançar, quando na verdade deveríamos valorizar o que cada uma de nós tem de melhor.O fato é que todos nós somos diferentes, emocionalmente e fisicamente, então é óbvio que não dá para nos adequarmos a um padrão de estética imposto pela sociedade. A felicidade não está no tamanho de calça que você veste, na cor, corte e tipo do seu cabelo, na marca de roupa que usa, no tamanho dos seios ou no nariz fino esculpido através de plásticas.

A ideia aqui não é deixar de se cuidar, mas fazer isso com bom senso, que esse cuidar de si seja em prol da saúde, do bem-estar, do sentir-se bem consigo, e não por sucumbir à ditadura da beleza.

A beleza é subjetiva! O que é belo para mim, pode não ser nem para você nem para meio milhão de pessoas!

Então por que cobrar-se por algo que é tão subjetivo?

Se sentir bonita? Sim! Ser obsessiva? Não! Ser escrava da ditadura da beleza? Nunca!