Reprodução F1d51cfa 545e 4729 b645 70b991eae20e

Um militante do grupo extremista islâmico Daesh (também conhecido como Estado Islâmico) admitiu em julgamento no Reino Unido nesta quinta-feira (31) ter incentivado ataques contra o príncipe George, bisneto da rainha Elizabeth II. As informações são do jornal britânico The Independent.

Husnain Rashid, de 32 anos, disse ter usado o aplicativo de mensagens Telegram para encorajar um atentado terrorista contra o herdeiro do trono.

Rashid — que fora preso em sua casa em Londres no mês de novembro — vinha se declarando inocente das acusações de terrorismo desde o início do julgamento, na última semana.

Segundo os promotores do caso, o militante havia encorajado o terrorismo ao postar uma foto do príncipe junto de dois combatentes jihadistas mascarados. A imagem foi veiculada em um grupo de conversas no dia 13 de outubro de 2017 — um mês depois de o príncipe George iniciar seus estudos na escola Thomas's Battersea, no sudoeste de Londres.

Rashid também postara sugestões de quais estádios de futebol britânicos poderiam ser atacados por terroristas. Ele se declarou culpado das acusações de envolvimento na preparação de atos terroristas e encorajamento do terrorismo.