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Com previsão para ser votada no próximo dia 19 de fevereiro, na Câmara dos Deputados, em Brasília, a Reforma da Previdência tem sido colocada pelo governo como essencial para atenuar um rombo nas contas públicas, com um argumento de que há um déficit entre a arrecadação e os chamados benefícios destinados à seguridade social.

Mas as principais entidades ligadas ao tema, Cobap (Confederação Brasileira de Aposentados Pensionistas e Idosos) e a Anfip (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil), combatem essa ideia. Segundo o governo, com a proposta inicial, haveria uma economia de R$ 800 bilhões em 10 anos. Na proposta de maio último, que deverá ser votada em fevereiro, a redução de gastos caiu para R$ 480 bilhões.